segunda-feira, 2 de abril de 2018

Caminhos que a gente escolhe seguir. Mude a perspectiva quantas vezes puder.

São muitos os caminhos da vida, a humanidade e sua extensão tão grande. Nossas diferenças, nossas semelhanças. Nossos encontros e desencontros, mas a lesma, nunca anda em linha reta. Ela faz curvas e isto é uma grande metáfora para a vida.
Quem vai reto, chega logo, já procura outro caminho, está com pressa de chegar mas nunca vai estar satisfeito. Quando chegar naquele ponto desejado, já quer partir para outro. Para lidar com esta ansiedade ocidental, precismos de curvas. Ser mais lento, porque este é o caminho natural da vida.
A curva é necessária, pense nisso, não exagere, não exija demais de você e não force seus filhos, aos 7 anos de idade a terem uma carreira, isto não é saudável. Deixe-os brincar, vá com calma. Brinque com seus filhos, com seu cachorro, com seus gatos e cuide do seu jardim, das suas plantas. É neste sentido que falo "caminhar em curvas", a vida é de quem se diverte e brinca. Ser feliz é conquistar o direito de parar para ver a paisagem, sem precisar se aposentar para isso. Pense nisso, enquanto assiste este vídeo que fiz em 2016.


domingo, 11 de março de 2018

Dada a largada para o troféu Mosquitão. 10 anos de Cine Mosquito e o Varal do Beijo!

Uma equipe com ares renovados, cada vez mais presente para fazer do
cineclubismo local, um exercício de renovação de energias criativas.
O Cine Mosquito começou o ano, no dia 08 de março, fazendo um belo evento em homenagem ao dia das mulheres e dando a largada para o Troféu Mosquitão - 2018. Um prêmio de cineclubismo para os melhores filmes exibidos desde 2008. Um ano que se inicia com a força do número 8, e promete levar adiante este sonho tão bonito que a cidade de Cabo Frio acolheu tão bem, com seu público generoso e participativo.
O Cine Mosquito 74, apesar da forte chuva, registrou casa lotada e mostrou bastante interesse no público local, em levar adiante seu sonho de fazer do cinema local, uma forte energia da juventude que produz sem parar. São realizadores e sonhadores, dispostos a dar o melhor de si, para não deixar morrer a chama acesa do cine mosquito, despertado a 10 anos atrás.
Hoje, o cine clube mais tradicional de Cabo Frio, com 10 anos de exibição ininterrupta, faz seu rito de passagem, para se afirmar, definitivamente, como uma point de realização cinematográfica da nova geração local. Um esforço que só pode ser medido pela determinação de quem faz e de quem valoriza nossas artes locais, sem se fechar para o que vem de fora. Fora ou dentro, são todos muito bem vindos.

Faça chuva ou faça sol, o Cine Mosquito mantém a fidelidade de seu público
que não deixa a peteca cair, mesmo num dia de chuva.
UM VARAL DE MUITAS SURPRESAS E ARTES.

Desde que surgiu, em 2013, nos bastidores do OFICENA - Curso Livre de Teatro de Cabo Frio, o "Varal do Beijo" começou apenas com a intenção de mostrar os trabalhos de estudantes de teatro, que gostavam de desenhar e pintar. Foi uma iniciativa quase tímida da jovem Nathally Amariá.  Ela se aproximava das pessoas e perguntava se queriam pendurar alguma arte para mostrar para o público, hoje, 06 anos depois, o "Varal do Beijo" é uma sensação na cidade. Atrai novos artistas e contribui para a renovação das artes visuais local. 


Com a expressão artística muito intensa, o Varal do Beijo, completará 04 anos
de parceria com o Cine Mosquito. Muita arte, muitas descobertas...
*
Nathally Amariá no trabalho de manusear e escolher obras 
de arte com o carinho de quem ama o que faz e prestigia os 
artistas locais.  Foto: Jidduks
A ideia foi ganhando força e ficando cada vez mais sofisticada, ao ponto de, quando não tinha, alguém, sugeria fazer rapidamente, nem que fosse pra constar. Aos poucos a ideia foi pegando. Os artistas visuais foram aparecendo, para dar corpo e energia ao novo espaço para exposições alternativas e itinerante de Cabo Frio.
No final de 2014, o "Varal" começou a ser esticado sempre que tinha uma sessão do Cine Mosquito, no início, na Casa Scliar, que tem um imenso corredor, quase um túnel, por onde era possível esticar uma bela corta, preder com grampos e encher de obras de arte. Os artistas da cidade foram ficando mais interessados e começaram a trazer seus trabalhos de forma mais regular, sempre tinha alguém querendo participar daquele acontecimento artístico, e, com o passar do tempo, Nathally percebeu que tinha uma grande "questão de arte", nas mãos. Um suporte para exposição, uma forma de ampliar e juntar forças com novos e velhos artistas da cidade.
O compromisso com o varal se consolidou quando a jovem resolveu estudar Artes Visuais na UNOPAR, curso que irá concluir em 2018. O percurso pela faculdade de artes lhe ofereceu não só, uma ampliação no olhar, mas também, um mergulho profundo no fazer artístico e, aos poucos, deslocou parte de sua atividade artística para "cuidar" dos artistas visuais de Cabo Frio e região, principalmente os de sua geração, para oferecer a todos, uma singela interlocução entre seu trabalho e o público. Ela passou a executar essa atividade com frequência, no "Cine Mosquito", um cineclube peculiar, que completa 10 anos em 2018 e que é o principal acolhedor do "Varal do Beijo".
Foi durante as sessões de cineclubismo que as idéias floresceram, até surgir um forte impulso em colocar, de forma mais agressiva, os artistas para expor, não só em coletivas, mas também, em individuais. A ideia floresceu em março de 2016, o primeiro Cine Mosquito realizado no espaço USINA4, lugar que acolheu com vigor, todo o esplendor criativo e ousado da jovem cabofriense, que, tinha então, 21 anos de idade. 
Hoje, o Varal do Beijo, com 4 aos de existência, promete fazer muito mais pela arte, expondo artistas que queiram aceitar o desafio de mostrar sua arte num varal que é a cara da cidade. Simples mas sofisticado, atraente para olhares atentos, gulosos e apaixonados por arte. Um encontro que faz do desenho e a pintura, uma energia a mais para ser compartilhada com os amantes da arte.
O Varal artístico é uma velha tradição medieval das artes, surgiu muito antes dos salões de exposições, era uma forma da arte ganhar as praças e chegar até as populações, em feiras de objetos e comestíveis. Sua história remonta a velha china e hoje é uma ideia difundida no mundo todo, espaço que facilita o trânsito do olhar e ajuda a construir um painel narrativo e visual da vida artística dos nossos dias.

*

Acompanhe abaixo, os artistas que ganharam exposições individuais no "Varal do Beijo" e, se você é artista e está lendo esta matéria, não deixe sua arte criando poeira em casa, exponha, mostre seu trabalho e deixe a vida acontecer, no olhar das pessoas que amam a arte. Você pode ajudar a contar essa história, basta criar coragem e sair do anonimato.
SUA ARTE PODE VIRAR BEIJO!


Átila Jorge.


Atila Jorge, desenhos de artistas e nus, no "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 69, 73 e no "Clube do Teatro Terceira Edição" foto: Jidduks e Ricardo Schmith.
Layla e Nina.
Layla e Nina, "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 66. Irmãs com traços diferentes, numa poesia que
encontra a essência visual de cada uma delas.
Foto: Jidduks
Lorena Benevenuto.
lorena Benevenuto, alem de expor no "Varal do Beijo", quando ainda era uma ideia em exercício, foi uma das principais
divulgadora do conceito perante os artistas da cidade, até fazer sua individual no Cine Mosquito 61, em 2016.
Foto: Jidduks
Jiddu Saldanha.
Jiddu Saldanha - Foi convidado para as primeiras coletivas do "Varal do Beijo" e no Cine Mosquito 68, ganhou sua primeira
individual. Foto: Nathally e Marcos Souza.
Brena Lima.

Brena Lima, investigando o nu feminino, exposição no "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 72. Foto: Ricardo Schmith
Marcelo Tosta.
Marcelo Tosta ganhou uma individual no "Varal do Beijo" do FesTSolos IV, em 2017, com otima visualização de seu trabalho tocante. Foto: Jidduks.

Rapha Ferreira.





Rapha ferreira, artista contundente, teve sua estréia no "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 60. É também um pioneiro,
sempre expôs, quando ainda eram coletivas. Foto: Jidduks
Rico Coutinho.
Rico Coutinho, impessionou, no "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 71 - Foto: Jidduks
Tainá Alves.
Tainá Alves, puro encantamento e muita expressão de arte no "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 63.

Sanderson Lucas.

Sanderson Lucas e sua arte "psicodelizada" no "Varal do Beijo" do Cine Mosquito 65. Foto: Jidduks
Curta este vídeo feito pelo projeto cinema possível, sobre o Sanderson.


Jiddu Saldanha - Blogueiro - Cabo Frio - 2017.

sexta-feira, 2 de março de 2018

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Gabriella Tejada- 2018

Enquanto o Ônibus não vem, Gabi desfruta da companhia da Mala da Fama em Piracicaba - 2018.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Alguns vídeos sobre Van Gogh.

Se você curte Van Gogh, que tal apreciar alguns vídeos que recomendamos aqui? Depois de uma espiada no youtube, vi muita coisa boa por lá e compartilho com vocês algumas coisas que pode interessar de verdade. Segue, com amor...

Uma reportagem sobre o filme "Loving Vincent", sucesso garantido.




Um resumo bem divertido feito por uma dupla ultra simpática.



Um vídeo para visualizar os últimos trabalhos de Van Gogh, ouvindo o delicioso
bolero de Ravel.


A belíssima música de Don McLean com fotos do ator Rafael Mannheimer, fotografado por
diversos fotógrafos. 



Se estiver pelo Rio de Janeiro, dia 19 de Janeiro, aproveite para assistir algumas cenas de espetáculo "Van Gogh - O Último Delírio", com o ator Rafael Mannheimer e aproveite para um bate papo com o autor e diretor da peça Jiddu Saldanha. Confira todos os dados no banner abaixo, e seja feliz com Vincent Van Gogh, em 2018.





terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Mímica de Filme - Uma brincadeira que faz muita gente feliz.

Laura Moreira, presença fiel no Cine Mosquito, e muitos momentos de
brincadeira onde a Mímica de Filme é a melhor tirada - Foto: Arquivo.
Quem quiser falar de cinema de uma forma inusitada, tem um espaço só para isso. O Cine Mosquito, desde sua fundação, em 2008, preserva uma das mais divertidas brincadeiras culturais: "mímica de filme". Impossível mapear quando esta brincadeira surgiu no imaginário mundial da arte, o fato é que ela está diretamente ligada a cinema e talvez tenha a ver com os primórdios, quando ainda era mudo. Pessoas de diversas gerações da cidade de Cabo Frio, já subiram no palco para se divertir no jogo de adivinhação que, além de ampliar a cultura cinematográfica da plateia, cria um espírito de aproximação, tornando todos mais próximos, quebrando timidez e gerando amizades novas.

Por exemplo, em 2010, na escola municipal Brigadeiro Faria Lima, no Rio de Janeiro, o Cine Mosquito levou sua sessão para jovens de ensino médio, e viveu um grande momento através da "Mimica de Filme" que já consolidava como uma tradição dentro das sessões cineclubistas.

Escola Municipal Brigadeiro Faria Lima, 2010 - Foto: Divulgação

Em Cabo Frio, quando o Cine Mosquito ainda era um evento que circulava pela cidade, a edição 38
aconteceu no bairro Jardim Esperança, onde a mímica de filme foi amplamente difundida com aparticipação de crianças. Foi um momento inesquecível.
Cine Mosquito 38, no Jardim Esperança, bairro de Cabo Frio. Foto: Jidduks
No Cine Mosquito 52, na Casa Scliar, o jovem Paulo Hugo, ator bonequeiro e músico, mostra
sua habilidade com a adivinhação de mímica de filme. Momento inesquecível.

Paulo Hugo, fotografado por Manuela Ellon.

Atualmente, na casa de cultura USIN4, muitos jovens revesam no palco para viver esta brincadeira inesquecível e rica, e que já faz parte da cultura cineclubista brasileira.

Rodrigo Cintra - Mímica de Filme

Laryssa Rodrigues - Mímica de Filme.




Jiddu Saldaha e Mímica de Filme! Gif
de Mário Sales.

sábado, 23 de dezembro de 2017

Entrevista: Rodrigo Cintra fala de sua oficina de cinema.

Convidado pelo projeto "UVA na comunidade", Rodrigo Cintra estréia oficina de cinema do ConheCinema, como forma de ampliar a atividade realizadora e fazer a cabeça da molecada para a importância do cineclubismo, na Região dos Lagos.
Vamos conhecer, através desta entrevista, os meandros de sua maneira de fazer da ação cineclubista, algo que abarque um fazer cinematográfico para além da tela.

Novo nome do Cinema em Cabo Frio, Rodrigo Cintra criou cineclube, apoia a atividade cineclubista na região dos lagos
e agora, expandiu sua atividade para além da tela, contribuindo para a realização de filmes e oficinas - Foto: ConheCinema.
Cinema Possível - O que o ConheCinema está fazendo para encerrar bem o seu ano?
Rodrigo Cintra: Existe um projeto na UVA (Universidade Veiga de Almeida) chamado "UVA na Comunidade", no qual cursos da universidade oferecem atividade local. Esse projeto é uma parceria da universidade com a Secretaria Municipal de Educação.
A coordenação do curso de Comunicação Social convidou o ConheCinema para ministrar dois minicursos (audiovisual e fotografia) no campus. Eu e Andressa Monteiro, co-fundadora  do ConheCinema, aceitamos o convite e ficamos como professores.
O primeiro curso ministrado foi o de audiovisual, que começou dia 1 de novembro e acabou, oficialmente, dia 13 de dezembro. Mas acabei marcando uma aula extra com os alunos, que aconteceu na, quarta-feira, 20/12/2017, para refletirmos um pouco, sobre os filmes. Ano que vem haverá exibição da produção de filmes feitos pelos estudantes  e será, também, o inicio do curso de fotografia.

Set de filmagem, uma aula na prática. Foto: Cintra.
CP - Como está sendo a troca de experiência com os alunos?
Cintra - O curso começou no dia 1 de novembro deste ano. As aulas seguem sempre de 14h às 17h. Os alunos já aprenderam a: escrever roteiros cinematográficos, historia do cinema no mundo e a importância sociocultural do cinema. Ver o audiovisual não só como entretenimento, mas como mensagem, é muito importante para desenvolver um olhar social para o mundo e, a partir disso, sempre transmitir mensagens construtivas e não destrutivas à sociedade.

CP - Você está fazendo um set de filmagem com os alunos? Como é isso?
Cintra - Dar aula pra essa molecada é uma troca de conhecimento incrível. Cada ser humano possui a sua bagagem cultural e suas vivências. Em suma, cada um tem a sua história. Então, temos sempre algo a aprender e a ensinar.
Penso muito no cinema como instrumento social e político. Visto isso, esse curso de audiovisual é uma chance de troca de vivências e olhares tanto sobre a nossa sociedade física quanto a sociedade virtual/fictícia, que é a realidade dentro do filme. Observar uma obra cinematográfica, ou seja, pensar em quem são os personagens e por que eles agem de tal forma por exemplo, é refletir sobre a sociedade daquela realidade fílmica. Por tanto, todos os meus alunos têm muita luz para transmitir conhecimento e promover essa troca, porque ninguém é uma página em branco.


Atrizes do teatro de Cabo Frio: Raissa Mayo, Claudia Mury e Nathally Amariá, convidadas para estrelar o filme oficina
de Rodrigo Cintra. Foto: Cintra.

CP - Você acha que o cinema tem uma função política e social? Fale mais sobre isso.
Cintra - Eu comecei falando dessa função política e social enquanto dava a aula sobre posições de câmeras dentro de uma cena. Existe toda uma linguagem visual no filme (enquadramento, movimento de câmera etc), o que é bastante pensado na direção de fotografia. Quando se faz um Plano (trecho gravado pela câmera) em plongée e outro em contra-plongée, por exemplo, o que isso quer dizer dentro daquele filme? O que pode nos comunicar quando vemos alguém falando em cima de um palanque, distanciando o orador da plateia, ou quando o professor dá sua aula, hora em pé e hora atrás de sua mesa? Esses exemplos aqui citados, na prática, causam um distanciamento entre pessoas, e isso tudo é visto pelos nossos olhos no dia a dia. Observar isso, pra mim, é pensar cinema, no que ele tem de político e social, plenamente.

Na prática, fazer cinema é uma atividade
trabalhosa e meticulosa, aprender a fazer é
um exercício de entrega. Foto - Andressa M.
CP - Você convidou artistas de destaque na cidade de Cabo Frio para rodar os filmes dos alunos, qual foi o resultado?
Cintra - Fiz questão de escolher, a dedo, todo o elenco. Quis atrizes com maturidade dramatúrgica e com amor a essa causa social. Poder levar para adolescentes a oportunidade de trabalhar com atrizes profissionais proporciona uma troca bem legal para ambos, além dos alunos poderem vivenciar mais o 'fazer cinema'. Eles se divertiram muito fazendo a direção, fotografia, som, continuidade etc. Foi uma experiência muito agradável, mas o trabalho foi de gente grande.
As atrizes Cláudia Mury, Nathally Amariá e Raíssa Mayo, colaboraram muito com a aprendizagem dos alunos também. Todas trataram os alunos com muito carinho, respeito e paciência. Espero trabalhar com elas mais vezes!
CP - Fale um pouco da tua relação com a equipe do conhecinema e também, do curso que você está ministrando.

Cintra - Para responder essa pergunta, devo contar antecipadamente que Andressa Monteiro é uma amiga pessoal. Isso torna qualquer trabalho muito mais agradável, porque é sempre uma chance de estarmos próximos fisicamente. Andressa é uma mulher muito criativa e determinada. Junto ao Marcio Fujarra, também amigo meu de longo anos. Andressa criou toda a identidade visual do ConheCinema, durante o período em que foi nossa diretora de criação, ela sempre colaborou demais para o projeto, criando todos os brindes que sorteamos nas sessões cineclubistas do ConheCinema e tudo mais.
Andressa, também, é uma pessoa que sempre me apoiou a ideia do ConheCinema ministrar cursos. Se hoje estamos dando aulas, devemos muito isso a ela. Não é a toa que Andressa também ministrou o curso de Introdução ao Audiovisual comigo, e fez um excelente trabalho como professora dando as aulas teóricas e auxiliando os alunos nas gravações. As composições fotográficas dela são belíssimas, então da pra imaginar como foram suas aulas. Muito orgulho de ter uma pessoa assim, tão criativa e verdadeira, como amiga! Trabalhar com ela foi e é, uma oportunidade incrível.

Descobrir como se manuseiam os equipamentos é uma prática complexa, que exige um passo de cada vez, numa oficina
tudo é construção de um caminho para o resultado que chegará à tela. Foto: Cintra.
CP - Quais seus planos para o audiovisual, fotografia e cineclubismo para 2018?
Cintra - 2018 será um ano que promete vir com tudo. Não por questões supersticiosas, nem nada do tipo. Mas muitas coisas boas têm acontecido corriqueiramente neste ano de 2017, o que já tem gerado frutos. Esses frutos estão concebendo sementes que vão propiciar coisas maravilhosas para o ano que está por vir.
Em 2018, manteremos nossas atividades, trabalhando cada vez mais no desenvolvimento delas. Pretendemos também trazer mais novidades para a página do ConheCinema e ampliar cada vez mais nossas ações. Nos acompanhem pelo Facebook! Vamos dar muito o que falar, para o bom do cinema brasileiro!

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Jiddu Saldanha - Blogueiro.